domingo, 25 de julho de 2010

Em processo.............


“O que caracteriza as sociedades ditas avançadas é que hoje essas sociedades consomem imagens e não crenças, como as do passado; são, portanto, mais liberais, menos fanáticas, mas também mais “falsas” (menos “autênticas”(?)). Roland Barthes.

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O olhar ou/é um conjunto de olhares. Neste intricado momento de situações hediondas que rodeiam o contexto/fluxo urbano/cena nacional, entendemos como pensar o olhar significa, pensar corpolhares.
Corpolhares = corpolharesoteropolitano levanta uma série de questões para todos que (não) encontraram seus corpos mobilizados pelas manchetes/dobras/ da cidade de Salvador e adjacências.
A proposta dessa instalação visa apresentar e desvendar opacidades que se apresentam nos movimentos do corpo/olhar e do olhar/corpo em si mesmo e sobre o outro, observando e instigando propostas de pensamento de olhares diversos que se dobram como as ondas do mar, e as espumas que se dissolvem favorecendo a diluição nos aspectos comunicacionais.
Tentaremos apresentar as possibilidades de desvendar seus próprios olhares, corpos, e instigar propostas para novas reflexões. Utilizamos dentre alguns conceitos uma citação de Delacroix:
“Eu fico olhando os desenhos que trouxe comigo: olho com paixão e sem cansaço essas fotografias de homens nus, esse poema admirável, esse corpo humano com o qual aprendo a ler e cuja vista me fala mais que as intervenções dos escrevinhadores”.[1]
[1] Zerner, Henri. O olhar dos artistas. Disponível em : http://www.helenakatz.pro.br/midia/helenakatz91213109337.jpg.Acesso em : 14/07/2010

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